O mistério eterno do Universo é a sua compreensão.”
(ALBERT EISTEIN)

Translate

domingo, 11 de agosto de 2013

Mensagem para os Pais

 

       Seus filhos não são seus filhos; são filhos e filhas da vida. Vieram através de vocês, mas não lhes pertencem.

          Podem dar seu amor, mas não seus pensamentos – porque eles têm seus próprios sonhos.

          Podem proteger seus corpos, mas não suas almas – porque suas almas habitam na casa do amanhã, que mesmo em sonho vocês não podem visitar.

          Podem tentar ser como eles, mas não tentem fazer com que se comportem como vocês; porque a vida não retrocede, nem se deixa seduzir pelo dia de ontem.

          Vocês são o arco onde seus filhos, como flechas vivas, são impulsionados para adiante; deixe que a mão do Arqueiro trabalhe; porque assim como Ele ama a flecha que voa, também ama o arco, que permanece estável.”

 
(KHALI GIBRAN, O profeta)

https://www.facebook.com/pages/O-mensageiro-do-Universo/507208896002522?ref=hl
 
 
 
 

sábado, 10 de agosto de 2013

A Pulsação dos Astros

         "Sabemos hoje que todos os corpos celestes são construídos com os mesmos elementos e sujeito às mesmas leis físicas. Os exames de meteoros vindos de distantes nebulosas, bem como as análises de luz de outros astros têm provado esse fato. (...)
               Todos os corpos celestes vivos do Universo pulsam. É um pulsar rítmico que se repete em determinados intervalos de tempo. Estrelas de rádio, transformadores estelares e outros astros dessa espécie têm, naturalmente, “uma pulsação” muito mais forte, do que corpos celestes comuns. (...)
               Os poderosos corpos celestes emitem também sinais. São geralmente sinais ligados a alterações e, sua própria estrutura. Durante longa duração de vida, os corpos celestes renovam-se e alteram-se muitas vezes.
               Renovações e transformações ocorrem também em estrelas comuns. Contudo, os sinais e isso ligado pouco provavelmente poderão ser constatados.
               Cada corpo celeste emite, no entanto, durante sua existência, alguns sinais característicos. Isto, contudo, acontece apenas uma única vez. Esses sinais especiais assemelham-se ao ruído de milhões de sirenes de alarme que emitem uma mensagem ora mais forte ora mais fraca...
               Tais espécies de sons são ouvidos apenas quando um corpo celeste alcança o ponto em que começa o processo de esfriamento, isso é, a desintegração. Anunciam a morte e o afastamento da “alma estelar”.
               O Universo todo soa e brame! Os corpos celestes em rotação e translação em suas órbitas provocam um sonante bramido que não tem semelhança com nada aqui na Terra. Também as irradiações não seguem sem ruído pelo Universo! Principalmente as irradiações de rádio e as dos “transformadores” sobrepujam com seu zunido e bramido estrondeante todos os demais ruídos. Os sois e as irradiações que partem deles emitem melodias que se unem, tinindo, ao coro dos astros. Mesmo cada aurora tem suas melodias...
               Todo o Universo soa e vibra! A força criadora da vida impele e impulsiona, sem parar, em direção a novas formações e ao crescimento! Poderoso e perfeito, além de qualquer imaginação humana, é o ritmo segundo o qual os astros, desde o início, se formam, se movimentam, crescem, se renovam e perecem no Universo... sobre isso apenas se pode dizer:
               - “As obras incompreensivelmente grandiosas que trazem o selo da Vontade do Todo – poderoso Criador, são maravilhosas como no primeiro dia!”.


(Do livro: OS PRIMEIROS SERES HUMANOS de Roselis Von Sass) 

              

     

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

SE A NATUREZA QUER FAZER UM HOMEM

 (“WHEN NATURE A MAN”, De Angela Morgan – tradução e adaptação)

І

Se a Natureza quer fazer um homem
E eletriza o coração de um homem,
E adestrar à força o querer de um Homem.
Se a Natureza que treinar um Homem
Para cumprir uma genial missão;
E quando quer de todo coração,
Criar um homem tão ousado e grande
Que a sua fama ao mundo inteiro mande
- Observai o seu método e caminhos!
Como coroa sempre com espinhos
Aquele com quem ela simpatiza;
Como o desbasta e o martiriza,
E a poderosos golpes o converte
Num esforço de argila que diverte
Somente a Natureza que o compreende.

- Enquanto o torturado coração
Aos céus levanta a suplicante mão! –
Quando o seu bem a Natureza o empreende,
Como o abate, sem jamais quebrar,
Como se serve do que vai sagrar!
Como o derrete e não o deixa em paz,
E com que antes ela sempre o induz
E apresentar ao mundo a sua luz...
A Natureza sabe o que faz!

Π

Se a natureza que pegar um Homem;
E deseja sacudir um Homem,
E se pretende despertar um Homem;
Se a natureza que fazer um Homem
Que, no futuro, cumpra – lhe o decreto,
Quando ela tenta, com habilidade,
Quando deseja e quer com ansiedade,
Fazê – lo rigoroso, são, completo, Com que sagacidade ela o prepara!
Como o aguilhoa com a sua vara,
De que maneira o amola e como o enfeza
E o faz nascer em meio da pobreza...
Com desapontamentos sempre punge
O coração daquele que ala unge;
Com que sagacidade ela o esconde
E oculta, sem olhar ao menos onde,
Soluce embora o gênio, desprezado,
E o seu orgulhe guarde esse passado!
Manda-o combater mais arduamente,
Fá-lo tão solitário, que somente
As mais altas mensagens do Senhor
Consigam penetrar a sua dor!
É assim que a Natureza lhe clareia
Da Hierarquia a impenetrável teia
E, embora ele não possa compreender,
Dá-lhe paixões ardentes a vencer!
Como impiedosamente ela o esporeia,
Com que terrível entusiasmo fere
Se acaso, acerbamente, ela o prefere!

Ш

Se a Natureza quer nomear um homem,
Se ela quer dar fama para um Homem,
E se ela quer domar. Acaso, um Homem;
Quando ela quer dar brio para um Homem;
Executar missão quase celeste,
Quando ela tenta o seu o seu supremo teste
Que há de imprimir a inconfundível marca
- No que há de ser um Deus, ou um monarca –
Quanto o dirige, e quanto que o refreia;
De modo a seu corpo mal contenha
A inspiração ardente que o incendeia;
E a sua ansiosa alma se mantenha
Sempre anelante por um sonho esguio!
Engana com ardis sua esperança;
Lança - lhe em rosto novo desafio,
No instante em que ele o alvo quase alcança!
Faz uma selva – que limpar lhe custe;
Faz um deserto – para que se assuste –
E para que ele o vença, se capaz...
Assim a Natureza um Homem faz!

IV

Então, para provar a sua ira,
Uma montanha em seu caminho atira –
E põe amarga escolha à sua frente:
“Sobe ou perece!” diz – lhe, sorridente
Meditai no mistério da Intenção”
Da Natureza o plano é tão clemente:
Se compreendêssemos a sua mente!
Os que a chamam cega todos são,
Pois, com o pé sangrante e lacerado
É que o Espírito sobe, descuidado,
Com entusiasmo e com vigor dobrado,
Esses caminhos todos, que ilumina
Com essa força ativa, que é divina;
E do ardor maneja a espada de aço,
Para enfrentar o peso do fracasso,
E, mesmo na presença da derrota,
Inda esperança em seu olhar de rota!

V

Eis que é chegada a crise! Eis o grito
Que está a pedir um Chefe ao infinito!
Só quando o povo implora salvação,
É que ele vem governar a Nação...
Então a Natureza diz – nos “Tomem:
Eu lhes entrego, finalmente, um Homem!”




(IN: COMO PERSUADIR, FALANDO, Marques Oliveira, Edições de Ouro. PJ 1970)





A arte de ouvir e sentir o momento...

            “A arte de ouvir, de sentir o momento. Ao ouvirmos, de verdade, não conseguimos pensar, pois o pensamento afasta-nos do momento. Podemos pensar e escutar, mas escutar não é ouvir. O ato de ouvir leva-nos ao único lugar onde há vida, leva-nos a Deus.”
            “Procure ouvir os sons da Natureza à sua volta ou, se você vive na cidade, ouça seu tipo de música favorita, num tom suave para que você, realmente, possa senti-la . Se algum pensamento intruso atrapalhar sua prática aceite-o e, sem resistir, deixe que ele se desvaneça, aos poucos. Você não pode forçar; deve apenas submeter-se sem resistência ao ato de ouvir (...) estamos acostumados a “olhar para” as coisas e, não, a ver. Continuamos a olhar a Natureza e as pessoas com os olhos de sempre. Esquecemos de observar as coisas sob o aspecto do novo, assim como as crianças que vibram a cada descoberta que fazem. Estamos acostumados a rotular e categorizar tudo e perdemos a prática de ver. Procure ver seus parentes, sua família, sue companheiro ou companheira e seus amigos mais próximos como pessoas novas, a cada vez que os encontrar. Deixe de lado suas impressões e conceitos sobre eles e procure vê-los como renovadas.
            Isso trará você mais uma vez ao presente, à simplicidade do momento. Veja cada flor, árvores e plantas, em geral, como se fosse pela primeira vez. Veja realmente. Você vai perceber como seu relacionamento irá modificar com relação ao seu companheiro ou companheira, seus filhos, seus amigos e Natureza. Tudo irá tonar-se mais criativo, amis aberto, abrindo um espaço maior para o amor. Mais profunda ainda será a mudança do seu relacionamento consigo mesmo, pois, à medida que você conseguir ver as pessoas como renovadas, o novo emergirá do seu interior. Dentro dessa novidade repousa o potencial para você vivenciar aquilo que realmente é.
            (...) Onde está a simplicidade que se perdeu na pressa do dia-a dia? Tudo o que vimos e ouvimos, é a porção mais grandiosa dos nossos sentidos, por outro lado, qual outro aspecto valioso da ida que se esconde atrás das separações, das manias e das ilusões?
            (...) Como praticar a conexão com a vida, resistindo á ilusão da separação. Procure detectar vida em tudo aquilo que existe ao seu redor, mesmo que esteja camuflada. Isso remete-se novamente, aos seus amigos, sua família, seus entes queridos, mesmo as pessoas de quem você não goste, todas as árvores, animais, enfim, todos os aspectos da Natureza. É possível que, ao praticar, assumindo que você é tudo aquilo que está à sua volta, mas disfarçado, você possa experimentar o êxtase de saber que nada daquilo estava oculto. Sua relação com a vida irá modificar-se dramaticamente.
            (...)
            Não é muita coisa eu acho , ainda por cima, parece simples demais, mas é algo que deve ser praticado a cada dia de sua vida. Pode ser simples; mas não é fácil! Contudo, sei que, se essas poucas práticas forem levadas a cabo com o objetivo de tornar-se consciente e de despertar , elas ajudarão você a superar as ilusões, no tempo certo. Sei que se você aceitar o questionamento de “saber quem você”, assim como tem coragem para seguir qualquer jornada que resolver empreitar, nada poderá impedir tal processo.”


(MICHAEL J. ROADS – “A NATUREZA E O DESPERTAR DO SEU INTERIOR)

 
 
VOCÊ PODERÁ GOSTAR TAMBÉM DE: 
 




quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Um Vencedor é aquele...



         “Um VENCEDOR é aquele que tem determinação para vencer. É alguém que assume a verdade, ainda que ela seja incômoda; é humilde sem ser modesto, pois o modesto mostra-se como se valesse pouco, mas por dentro considera-se o maior do mundo, e o humilde sabe que é grande, mas se permite aprender com os outros.

            Um vencedor está sempre se aprimorando. Não tem vergonha de suas limitações, mas principalmente, não tem vergonha de ser competente no que faz. Quando não sabe, pergunta; quando não pode, não promete; quando promete, cumpre; quando sabe, assume; quando assume faz.

            Um vencedor sabe que um erro é sempre possível e cuida para que ele não aconteça. Mas se ocorrer, não procura culpados, nem se esconde atrás de acusações, analisa a situação e procura solucioná-la.

            Um vencedor sabe ouvir os outros e transmitir o que sente, no que acredita, pois quem não sabe escutar, não saberá se fazer entender.

            Um vencedor, com consciência e bom senso, faz com que o sucesso não seja uma brisa passageira e sim uma construção bem fortificada.”


 

A filosofia mãe de Lao-Tsé


A filosofia mãe de Lao-tsé

            Confúcio assinalava frequentemente que os seus ensinamentos não eram novos e que se baseavam em grande parte no Livro das Mutações. Seu contemporâneo Lao-tsé, fundador do taoísmo, também empregou a noção de equilíbrio cósmico entre yin e yang. Porém, enquanto Confúcio se inclinava mais para a direita, recomendando uma forma suave de patriarcado impregnado de autodisciplina, de etiqueta e hierarquia, o posicionamento de Lao-tsé era o mais liberal. Suas concepções sobre o mundo e sobre o papel que nele desempenhamos são narradas em seu livro Tao-te King (O livro do sentido da vida). Este contém apenas oitenta e um versos breves, e mesmo assim é um dos livros mais conhecidos da literatura mundial. Cada verso está cheio de observações profundas, e diz – se que o próprio Confúcio podia avaliar apenas parte da sabedoria contida no Tao – te King. O famoso sinólogo Joseph Needham o chamou de a mais profunda e bela obra da literatura chinesa.

 

            O nome que pode ser pronunciado não é o verdadeiro nome.

          A Verdade que pode ser descrita com palavras não é a verdade eterna.

          Não podemos descrever o começo do Céu e da Terra.

          As coisas relativas não podem ser definidas com palavras, qualquer descrição é mera comparação.

          Quem compreender isso também compreenderá que o que é relativo forma uma Unidade com o Ser Absoluto de Tudo.

          Quando reconhecemos uma coisa como bela, desta forma já achamos a outra feia ou má.

          Quando consideramos fácil uma coisa, já definimos a outra como difícil.

          O Alto e o Profundo são dois aspectos da mesma Harmonia.

          Portanto, o Sábio age com mansidão e orienta com palavras suaves. Ele age em uníssono com as leis naturais e oculta o seu eu.

 

            Visto de fora, o Tao parece vazio e, no entanto, está repleto de energia inesgotável. Essa energia está à disposição dos que lhe compreendem a essência.

            O Tao aponta o caminho e destrói a confusão interior e exterior. Ele não tem começo nem fim.

            Lao-tsé deu o nome provisório de Tao à força cósmica original, que significa algo como “Caminho” e sugere movimento de seres e ocorrências através do tempo e do espaço. O Tao desenvolve-se de si mesmo, ordena a si mesmo e transforma-se incessantemente segundo leis eternas. É o fundamento de todas as coisas no céu e na terra. Sua força materna tem uma influência suave no curso das coisas, sem, entretanto governar abertamente: “... É a mãe inconcebível, a raiz do Tao”. Ao traduzirmos literalmente do chinês os símbolos gráficos do sexto verso, obteremos mais ou menos o seguinte significado: “A vaca (o elemento feminino) misteriosa é imortal, sobre ela repousam o céu e a terra. Semelhante à nuvem, é isenta de forma, está incessantemente em mutação.”

            Segundo Lao-tsé, a nossa meta deveria ser viver em sintonia com essa força. Devemos ser modestos, suaves e adaptáveis. Aquele que se intromete com violência no curso natural das coisas prejudica a si mesmo e causa o caos. Nossos pensamentos devem aproximar-se da realidade e ser flexíveis e, se preciso, nossas opiniões devem mudar tanto quanto a temperatura. Devemos nos sentir fortes por meio do nosso contato com o Tao e, no entanto, mostrar-nos exteriormente fracos i insignificantes. A mania de buscar o poder, a posse e a fama não traz felicidade, pois essas coisas dependem da boa vontade de terceiros.

            No âmbito social, o governo deve intrometer-se o menos possível. Todos temos o desejo inato de ser bons e honestos, e um modo de vida simples e inocente desperta essas virtudes. Um bom governo influencia imperceptivelmente a sociedade, ao influenciar o desenvolvimento em seus primeiros estágios, em vez de usar a violência mais tarde. Todos os esforços de impor a ordem por meio de leis, policiais e guerras trazem apenas ainda mais desordens e sofrimentos.

            Se, ao contrário, a sociedade se harmonizar com o Tao, os interesses dos indivíduos somam-se aos da comunidade. Os dirigentes hábeis formulam as suas ordens de modo a que elas concordem com a natureza humana, e, ao evitarem a ostentação e a pompa, dão um bom exemplo. Os dirigentes não deveriam esquecer-se de que devem a sua posição ao povo e que são um produto da sociedade. Deveriam preservar um sentimento de versatilidade, e atender à voz do povo. Grandes problemas são muitas vezes consequência de conflitos insignificantes que a princípio foram desatendidos ou silenciados. Governantes hábeis alcançam o sucesso por cuidarem conscientemente de todos os detalhes, enquanto os dirigentes fortes e autoritários ocasionam conflitos e catástrofes pelo seu modo de proceder. A distribuição de renda da população deveria ser feita com muita justiça, porá não suscitar invejas nem induzir as pessoas ao roubo.

            Em cada página do Tao-te-King podemos descobrir uma alusão ao suave modo de vida yin, ou ao elemento yin da ordem social ou cósmica. Talvez isso esteja interligado com a própria vida de Lao-tsé. Segundo tradições chinesas, ele nasceu em 604 a. C., e era filho de um camponês. Demonstrou grande interesse pela filosofia e pelos textos antigos em sua juventude. Mais tarde tornou-se arquivista na corte de um príncipe, onde teve um vislumbre da vida palaciana e da política. As intrigas, extravagâncias e futilidades logo o enojaram, e ele sentia saudades da vida natural.

            Podemos inferir que, entre os antigos textos, ele tenha encontrado algumas referências a culturas e costumes antigos que se aproximavam do modelo matriarcal sugerido no seu livro. Arqueólogos e historiadores da atualidade comprovam a existência dessas sociedades pacíficas da Terra.

            Lao-tsé fala dos seus antecessores, os quais conheciam o caminho correto e viviam em sintonia com o Tao. Viviam de modo simples, não precisavam de um governo dispendioso e dispunham de poucas armas. Não nutriam grandes ambições e é provável que não tivessem o progresso técnico em alta conta. Ao que tudo indica, essas culturas foram repelidas no decorrer dos séculos por patriarcados guerreiros, do mesmo modo como as culturas pré-histórias yin na Europa foram repelidas nossa atual cultura yang. Muito poucas descrições das antigas culturas e costumes foram preservadas, e no Tao-te-Kung temos talvez o seu exemplo mais puro e abrangente. Os ensinamentos dos essênios, traduzidos por B. Szekely, cujas raízes remontam à Ásia Central, transmitiam ensinamentos semelhantes. Estes, por Sua vez, ingressaram no Novo Testamento através da conexão de Jesus com os essênios.

            O nome Lao-tsé é um título de nobreza cujo significado é “O Velho” ou “Criança Sábia”, pois seu verdadeiro nome é Li Pe-jang. Conta-se que Lao-tsé abandonou sua terra natal em idade avançada. Ao chegar à fronteira, um guarda pediu-lhe para deixar algumas palavras sábias para seus conterrâneos. Ele realizou esse desejo escrevendo, num só dia, a mais bela e profunda obra da literatura, o Tao-te-King. Depois disso, ele se recolheu à sua tão amada solidão e nunca mais foi visto.

(Do Livro: YIN YANG – POLARIDADE E HARMONIA EM NOSSA VIDA De CRHISTOPHER MARKERT)